A saída antecipada da ministra Cármen Lúcia da presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abre caminho para um cenário inédito: pela primeira vez, indicados do ex-presidente Jair Bolsonaro devem comandar a Corte durante uma eleição geral.
O ministro Kassio Nunes Marques, do Supremo Tribunal Federal, deve assumir a presidência do TSE já em maio, após eleição interna marcada para a próxima terça-feira (14). Ele será responsável por conduzir todo o processo eleitoral de 2026, cujo primeiro turno está previsto para o dia 4 de outubro.
A antecipação da saída de Cármen Lúcia — inicialmente prevista para junho —, segundo a própria ministra, busca garantir mais “tranquilidade administrativa” na organização das eleições, evitando mudanças na liderança próximas ao pleito.
Além de Nunes Marques na presidência, o ministro André Mendonça, também indicado por Bolsonaro, deve assumir a vice-presidência da Corte.
🔎 Funções do presidente do TSE:
✔️ Coordenar o processo eleitoral em todo o país
✔️ Supervisionar a logística das urnas eletrônicas
✔️ Presidir julgamentos eleitorais
✔️ Atuar no combate à desinformação
O TSE é formado por sete ministros, com mandatos temporários: três do STF, dois do Superior Tribunal de Justiça e dois juristas. Tradicionalmente, a presidência é ocupada por um ministro do Supremo.
📌 A mudança marca um momento importante na estrutura do Judiciário eleitoral brasileiro, especialmente com a proximidade das eleições de 2026.
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